quinta-feira, 19 de março de 2009
Auto-avaliação / 2º Período
Penso que este período, tal como o outro, mereço um 16, uma vez que me dedico bastante ao blog, e faço questão de colocar conceitos gramaticais dados em aula.
Apreciação Crítica da Obra "Cada Homem É Uma Raça"
Ficha de LeituraTítulo da obra: “Cada Homem é Uma Raça”
Autor da obra: Mia Couto
Local de Edição: Lisboa
Editora: Caminho
Publicação do Livro: 1990
Número de Páginas: 181 páginas
Número de Contos presentes na obra: 11 contos
Biografia de Mia Couto
Mia Couto nasceu na Cidade da Beira (Moçambique) em 1955, filho de uma família de emigrantes portugueses. Publicou os primeiros poemas no "Notícias da Beira", com 14 anos. Em 1972, deixou a Beira e partiu para Lourenço Marques para estudar Medicina. A partir de 1974, começou a fazer jornalismo, tal como o pai. Com a independência de Moçambique, tornou-se director da Agência de Informação de Moçambique (AIM). Dirigiu também a revista semanal "Tempo" e o jornal "Notícias de Maputo".
Em 1985 formou-se em Biologia pela Universidade Eduardo Mondlane. Foi também durante os anos 80 que publicou os primeiros livros de contos. Estreou-se com um livro de poemas, "Raiz de Orvalho" (1983), só publicado em Portugal em 1999. Depois, dois livros de contos: "Vozes anoitecidas" (1986) e "Cada Homem é uma Raça" (1990).Em 1992 publicou o seu primeiro romance, "Terra Sonâmbula". A partir de então, apesar de conciliar as profissões de biólogo e professor, nunca mais deixou a escrita e tornou-se um dos nomes moçambicanos mais traduzidos: espanhol, francês, italiano, alemão, sueco, norueguês e holandês são algumas línguas. Outros livros do autor: "Estórias Abensonhadas" (1994); "A Varanda do Frangipani" (1996); "Vinte e Zinco" (1999); "Contos do Nascer da Terra" (1997); "Mar me quer" (2000); "Na Berma de Nenhuma Estrada e outros contos" (2001); "O Gato e o Escuro" (2001); "O Último Voo do Flamingo" (2000); "Um Rio Chamado Tempo, Uma Casa Chamada Terra" (2002). "O Fio das Missangas" (2004) é o seu último livro de contos.
Em 1999 foi vencedor do prémio Vergílio Ferreira pelo conjunto da obra, um dos mais conceituados prémios literários portugueses, no valor cinco mil euros, que já premiou Maria Velho da Costa, Maria Judite de Carvalho e Eduardo Lourenço, entre outros. Em 2001, recebeu também o Prémio Literário Mário António (que distingue obras e autores dos países africanos lusófonos e de Timor-Leste) atribuído pela Fundação Calouste Gulbenkian por "O Último Voo do Flamingo" (2000).
Mia Couto nasceu na Cidade da Beira (Moçambique) em 1955, filho de uma família de emigrantes portugueses. Publicou os primeiros poemas no "Notícias da Beira", com 14 anos. Em 1972, deixou a Beira e partiu para Lourenço Marques para estudar Medicina. A partir de 1974, começou a fazer jornalismo, tal como o pai. Com a independência de Moçambique, tornou-se director da Agência de Informação de Moçambique (AIM). Dirigiu também a revista semanal "Tempo" e o jornal "Notícias de Maputo".
Em 1985 formou-se em Biologia pela Universidade Eduardo Mondlane. Foi também durante os anos 80 que publicou os primeiros livros de contos. Estreou-se com um livro de poemas, "Raiz de Orvalho" (1983), só publicado em Portugal em 1999. Depois, dois livros de contos: "Vozes anoitecidas" (1986) e "Cada Homem é uma Raça" (1990).Em 1992 publicou o seu primeiro romance, "Terra Sonâmbula". A partir de então, apesar de conciliar as profissões de biólogo e professor, nunca mais deixou a escrita e tornou-se um dos nomes moçambicanos mais traduzidos: espanhol, francês, italiano, alemão, sueco, norueguês e holandês são algumas línguas. Outros livros do autor: "Estórias Abensonhadas" (1994); "A Varanda do Frangipani" (1996); "Vinte e Zinco" (1999); "Contos do Nascer da Terra" (1997); "Mar me quer" (2000); "Na Berma de Nenhuma Estrada e outros contos" (2001); "O Gato e o Escuro" (2001); "O Último Voo do Flamingo" (2000); "Um Rio Chamado Tempo, Uma Casa Chamada Terra" (2002). "O Fio das Missangas" (2004) é o seu último livro de contos.
Em 1999 foi vencedor do prémio Vergílio Ferreira pelo conjunto da obra, um dos mais conceituados prémios literários portugueses, no valor cinco mil euros, que já premiou Maria Velho da Costa, Maria Judite de Carvalho e Eduardo Lourenço, entre outros. Em 2001, recebeu também o Prémio Literário Mário António (que distingue obras e autores dos países africanos lusófonos e de Timor-Leste) atribuído pela Fundação Calouste Gulbenkian por "O Último Voo do Flamingo" (2000).
Género e subgénero literário a que pertence a obra
A obra é constituída por um conjunto de contos, logo o género literário presente no livro é o conto. conto é um tipo de narrativa que se opõe, pela extensão, quer à novela, quer ao romance. De facto, é sempre uma narrativa pouco extensa e a sua brevidade tem implicações estruturais: reduzido número de personagens; concentração do espaço e do tempo, acção simples e decorrendo de forma mais ou menos linear. Embora o conto seja hoje uma forma literária reconhecida e utilizada por inúmeros escritores, a sua origem é muito mais humilde. Na verdade, nasceu entre o povo anónimo. Começou por ser um relato simples e despretensioso de situações imaginárias, destinado a ocupar os momentos de lazer. Um contador de histórias narra a um auditório reduzido e familiar um episódio considerado interessante. Os constrangimentos de tempo, a simplicidade da assembleia e as limitações da memória impõem que a "história" seja curta. Essas mesmas circunstâncias determinam, como já vimos, a limitação do número de personagens, a sua caracterização vaga e estereotipada, a redução e imprecisão das referências espaciais e temporais, bem como a simplificação da acção. Dada a sua origem popular, o conto de que falamos aqui não tem propriamente um autor, entendido como um ser humano determinado, ainda que desconhecido. Na realidade ele constitui uma criação colectiva, dado que cada "contador" lhe introduz inevitavelmente pequenas alterações ("Quem conta um conto, acrescenta um ponto.").
Opinião Pessoal
Do meu ponto de vista, penso que o livro apresenta uma leitura preceptivel, mas tem de ser trabalhada, pois o facto do autor escrever com dialectos moçambicanos (o que confere um carácter mas real à obra), por vezes confunde-nos devido à falta de hábito perante esta variação moçambicana. Mia Couto é aquilo que entendo por 'escritor da terra'. Precisamente porque, na sua expressão absolutamente única, escreve e descreve as próprias raízes do mundo, explorando a própria natureza humana na sua relação umbilical com a terra. A sua linguagem extremamente rica e muito fértil em neologismos confere-lhe um atributo de percepção e interpretação da beleza interna das coisas. As imagens de Mia Couto evocam necessariamente em nós a intuição de mundos fantásticos e em certa medida um pouco surrealistas, subjacentes ao mundo em que vivemos, que nos envolvem de uma ambiência terna e pacífica de sonhos – o mundo vivo das histórias. Pode dizer-se, creio, que Mia Couto sobressai como excelente contador de histórias.
Bibliografia
- http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20070912183345AAsZQb5
- http://www.colegiosaofrancisco.com.br/alfa/mia-couto/mia-couto.php
- http://www.colegiosaofrancisco.com.br/alfa/mia-couto/mia-couto.php
quarta-feira, 18 de março de 2009
Trabalho Grupo - Família de Palavras
ENIGMA
T. Família de Palavras F. Trabalho em dupla L. Sala de aula Bibl. Gramática Prática de Português (Lisboa Editora) de Azeredo, M. Olga; Pinto, M. Isabel Freitas e Lopes,M. Carmo Azeredo; Moderna Enciclopédia Universal (Tomo VIII) - Lexicoteca; Moderno Dicionário da Língua Portuguesa (Tomo I) – Lexicoteca. A.A. V.V.
As palavras da mesma família têm o mesmo radical mas têm de estar relacionadas com o mesmo tema?
A família de palavras ou campo lexical designa o conjunto de palavras que partilham o mesmo radical e estão relacionadas etimológica e morfologicamente. Os campos lexicais não estão fixos numa língua, porque criamos novas palavras e mudamos a relação entre os lexemas que formam um campo. Pertence à família de palavras de padrasto a palavra padrastal, adjectivo de dois géneros, «referente a ou próprio de padrasto». O radical comum a padrasto e padrastral é padrast-. A palavra padaria não pertence à mesma família, pois não possui o mesmo radical nem está relacionada etimológica ou morfologicamente com padrasto.
1- Completa as frases:
1. Uma família de palavras é um conjunto de ______________________________________________________________________________________________________________
2. O que entende por palavra mãe:
___________________________________________________________________________________________________________
3- Escreve palavras da família de :
Ramo____________________________________________________________________________________________________________________
Pobre____________________________________________________________________________________________________________________
Mãos____________________________________________________________________________________________________________________
Luxo___________________________________________________________________________________________________________________
4 – Encontra a palavra mãe de:
a) Aguadeiro
b) Folhada
c) Maresia
d) Floreira
e) Caçada
f) Cabeçalho
g) Agrupar
h) Sinalefa
i) Clarão
j) Terraplenar
5 - Há um elemento estranho nesta família de palavras. Qual é?
a) Desmascarar/mascar/máscara/mascarado
b) Depena/penha/penalidade/penoso
c) Vapor/evaporado/vaporoso/poroso
d) Arte/artista/autor/artefacto
Trabalho realizado por:
Ana Catarina Santos e Mafalda Braga
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